Nomes: Gabriel Pereira, Douglas V, Mateus L, Leon C, Joelmir.
Nº. 10, 15, 20, 27,40
Série/ turma: 1º F
Arte Rupestre
Pintura Rupestre é um tipo de arte feita pelos homens pré-históricos nas paredes das cavernas. Como os homens desta época não tinham um sistema de escrita desenvolvido, utilizam os desenhos como uma forma de comunicação. Retratavam nestas pinturas cenas do cotidiano como, por exemplo, a caça, animais, descobertas, plantas, rituais etc. As paredes das cavernas serviam também como uma espécie de agenda, onde eram desenhadas algumas idéias ou mensagens. Os homens pré-históricos faziam estes desenhos utilizando elementos da natureza: extrato retirado de plantas, árvores e frutos, sangue de animais, carvão, rochas etc. Aqui no Brasil existem vários exemplos deste tipo de arte no estado do Piauí, no sítio arqueológico do Parque Nacional da Serra da Capivara, localizado no município de São Raimundo Nonato.
A arte na pré-história e as primeiras formas de comunicação
Uma das primeiras formas que o ser humano encontrou para deixar seus vestígios foi a pintura. A arte rupestre consistiu na maneira utilizada para se ilustrar sonhos e cenas do cotidiano. Símbolos da vida, da morte, de céu e da terra foram encontrados nas paredes cálidas das cavernas.
A aguda sensibilidade do homem (sentimento de suma importância para o desenvolvimento da arquitetura e escultura), levou-o a pintar. Muitos dizem que os antigos pintavam por fome, teorias mais recentes asseguram que o faziam por uma "predeterminação sexual". É sabido que a tela primordial em que nossos parentes longínquos plasmaram suas idéias pictórica foi a rocha pura. As cores deviam ser aplicadas com aglutinantes para assegurar a aderência. Das cavernas francocantrábicas (Altamira, Lascaux - imagem a esquerda) às levantinas (Cogul) resulta uma evidente transição técnico-estilística: do realismo estático ao dinâmico, primeiro, e depois à uma acentuada estilização. A temática é comum: animais e cenas de caça e dança, as primeiras; homens e cenas várias, as segundas.
Um grande acervo de arte rupestre na América Latina é La Cueva de Las Manos, na Argentina. Nesta caverna encontram-se centenas de gravações de mãos além de ricas gravuras multicoloridas. Já no Brasil, temos a Serra da Capivara, no Piauí. Lá os primeiros habitantes das Américas trataram de deixar seus vestígios na rocha.
É uma verdadeira galeria de arte rupestre que se confunde com a beleza natural das cavernas locais. Observando a pintura, podemos notar cenas que ilustram a vida pré-histórica, caçadas, ritos religiosos,sexo, enfim...
Arte Muralista
A pintura mural esta profundamente ligada à arquitetura. Nessa técnica, o emprego da cor e do desenho e o tratamento temático podem alterar radicalmente a percepção das propriedades espaciais da construção.
Muralismo é a arte da pintura mural, que engloba o conjunto de obras realizadas sobre parede ou painel fixo. A técnica mais utilizada é a do afresco, ou seja, aplicação de pigmentos diluídos em água sobre argamassa úmida. O muralismo é uma arte pública, feita em público e para o público, falando aos sentidos daqueles que transitam pelo local. Originária das civilizações gregas e romanas foi também muito utilizada na China e, na história mais atual, no México, onde teve um papel social importante.
Foi com Giotto (séc. XIII), que a arte mural ganhou impulso. A partir de então, o mundo teve vários mestres nesta técnica, como Giotto, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Picasso, Matisse, Diego Rivera e os brasileiros Di Cavalcanti, Alfredo Volpi e Cândido Portinari. . Hoje, pinturas, grafites e colagens estão sendo realizadas também dentro e fora das casas.
Grafite
Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Grafite uma inscrição ou um desenho pintado sobre algum lugar que não é normalmente previsto para isso.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
O grafite é uma forma de arte contemporânea de características urbanas. São pinturas e desenhos feitos nos muros e paredes públicos. Não é simplesmente uma pichação.É uma expressão artística. Tem a intenção de interferir na paisagem da cidade, transmitindo diferentes idéias. Não se trata, portanto, de poluição visual.
Grafite 3D
O primeiro grafite 3D feito no Brasil pelo artista Eduardo Kobra que adotou a tecnica do artista americano Julian Beever conhecido pelo mundo inteiro com sua arte denominada Chalk art (Arte com giz). Eduardo Kobra com parceria da Prefeitura, realizou esta obra na Praça do Patriarca no Centro de São Paulo. A obra levou uma semana para ser concluída e durará mais ou menos um mês.
Fontes pesquisadas: (Wikipédia.com); (educacao.uol.com.br); (pt.scribd.com); (tribunatp.com.br); (Professordehistoria.com)
Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerossol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta.
No geral, são escritas frases de protesto ou insulto, assinaturas pessoais ou mesmo declarações de amor, embora a pichação seja também utilizada como forma de demarcação de territórios entre grupos – às vezes gangues rivais. Por isso difere-se do grafite, uma outra forma de inscrição ou desenho, tida no Brasil como artística, embora em línguas como a língua inglesa o termo graffiti seja unificado e sirva para ambas as formas de expressão.
A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes, dessa maneira temos relatos e vestígios do mesmo desde o Império Romano. Seu aparecimento na idade contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade, algum tempo depois essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.
O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas.
O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros por sua vez não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro, o estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo.
Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex.
Muralismo
Muralismo, pintura mural ou parietal é a pintura executada sobre uma parede, quer diretamente na sua superfície, como num afresco, quer num painel montado numa exposição permanente. Ela difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço.
A técnica de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
Arte Rupestre
Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, são termos dados às mais antigas representações artísticas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.
Na vida do Homem pré-histórico tinham lugar a Arte e o espírito de conservação daquilo de que necessitava. Estudos arqueológicos demonstram que o Homem da Pré-História (a fase da História que precede a escrita) já conservava, além de cerâmicas, armas e utensílios trabalhados na pedra, nos ossos dos animais que abatiam e no metal. Arqueólogos e antropólogos datando e estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios seu real valor como "documentos históricos", verdadeiros testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas extintas.
Nomes: Canila, Kessia e Marina.
N°s: 04, 18, 25
A pintura rupestre e a relação com outras manifestações humanas.
Grafite
O vestígio mais fascinante deixado pelo homem através dos tempos em sua passagem pelo planeta foi sem duvida a produção artística. Desta, a manifestação mais antiga, com certeza, foram os desenhos feitos nas paredes das cavernas. Aquelas pinturas rupestres são os primeiros exemplos de grafite que encontramos na historia da arte. Elas representam animais, caçadores e símbolos muitos dos quais, ainda hoje, são enigmas para os arqueólogos, mas que de fato são significantes aos seres daquele contexto, como uma forma de expressão ou talvez transcrição do momento histórico. Não sabemos exatamente o que levou o homem das cavernas a fazer essas pinturas, mas o importante é que ele possuía uma linguagem simbólica própria. Nessa época os materiais utilizados eram terras de diferentes tonalidades, sucos de plantas, ossos fossilizados ou calcinados, misturados com água e gordura de animais. Hoje, usamos tintas em spray ou mesmo em latas, e não pintamos cervos e bisões, mas sim idéias, signos, que passam compor o visual urbano, talvez o contexto atual, decorrente de uma evolução, participante da arte também.
Arte Mural
Conhecer as origens, a evolução e as técnicas utilizadas nas artes murais.
A pintura ou arte mural tem raízes no instinto primitivo dos povos de decorar seu ambiente e de usar as superfícies das paredes para expressar idéias, emoções e crenças.
A técnica de pintura mural também foi muito empregada na Índia, com brilhantes exemplos como os das cavernas de ajanta, e na china da dinastia Ming.
Arte Urbana 3D
Você pode até dizer que este tipo de arte urbana não é mais novidade, mas não dá pra negar que as pinturas em 3D costumam impressionar qualquer um com o seu realismo e perfeição de detalhes.
Ao vê-la a gente até sabe que é uma pintura, mas o efeito tridimensional cria uma ilusão de ótica que nos faz ter dúvidas sobre o que é, de fato, a realidade. Como no trabalho de kurt wenner, que ilustrava futuros projetos espaciais para a NASA, e depois partiu para a Itália para se dedicar à sua arte preferida, a clássica, que inspira algumas de suas criações. Só vendo pra crer!
Pichação
A pichação é uma prática que interfere no espaço, muitas vezes desagradando os que são alvos de comentários, donos de paredes brancas, muros de estabelecimentos etc. A pichação subverte valores, é espontânea, efêmera e gratuita. Prática que tem como sua base as letras e formas diferentes que podem significar : protestos políticos, xingamentos aos que irão ler o que está no muro, protesto de gangs, simples vontade de sujar o espaço alheio entre outras coisas. Mas uma pergunta que muitas pessoas se fazem é de onde vem tudo isso? Quem foi o precursor desta prática?
Sabe-se que a pichação podia ser vista em paredes das antigas civilizações, portanto esta não é uma atividade contemporânea. A cidade de Pompéia, vitima de um vulcão chamado Vesúvio, que entrou em erupção dia 24 de agosto de 79 d.C. ( porisso foi preservada.) tinha muros onde predominavam todo o tipo de pichação, como xingamentos, propagandas políticas, anúncios, poesias... se escrevia de tudo nas paredes. Até na idade média, na época em que a Inquisição queimava as bruxas cobrindo-as de piche, os padres pichavam as paredes dos conventos que eram rivais, ajudando a expor suas ideologias e criticar doutrinas contrárias, governantes , ditadores e todo tipo de gente a quem se queria difamar.
A prática teve uma grande evolução após a Segunda guerra mundial, quando começou a produção de materiais em aerosol, assim tintas spray podiam deixar tudo mais rápido e fácil para quem costumava pichar. Durante a revolta estudantil de Paris, os gritos de liberdade dos estudantes eram também passados para os muros com os sprays , garantindo que as pessoas lessem e pensassem sobre as propostas dos revolucionários.
No Brasil pichações como as de um vendedor de cães que escrevia nos muros : Cão fila km 22, são lembradas até hoje. Como esta prática era considerada subversiva e proibida, geralmente era praticada a noite, mas com o passar do tempo, começou a perder seu antigo propósito político e revolucionário, e começou a ser praticada por grupos que já não queriam protestar contra os governos e ideologias, mas sim era usada para declarar amor, fazer piadas ou simplesmente registrar o nome dos autores, o que se aproxima mais das pichações de hoje. O artista multimídia e grafiteiro Hudinilson Júnior contou que certa vez estava escrevendo em um muro como de costume a frase“ah ah BEIJE-ME.” Então surge uma garota, lhe dá um beijo e diz : sempre me senti curiosa a respeito de quem escrevia isso por toda a cidade.
A pichação durante os anos da ditadura militar, quase não era vista na cidade de São Paulo, era totalmente intolerada, pois não existia nenhuma liberdade de expressão, assim aconteceu na Alemanha, no muro de Berlim, seu lado oriental era limpo e de pintura intacta, já o outro lado possuía uma série de pichações. Que com a demolição do muro tiveram espaço perante toda a imprensa mundial, significando a própria liberdade de expressão.
Alunos : Alessandro, Cleyson, Denes, Wellington, Leandro, Joelmir
números : 01, 06, 08, 35, 19, 15
Nome:Wellington
Serie/Turma: 1º F
O HOMEM CAÇADOR
Durante mais de 3 milhões de anos o homem viveu caçando animais selvagens e conhendo frutos, sementes e mel. Esta foram de vida, a primeira com o qual ele subsistiu após ter atingido um estágio de evolução mais aperfeiçoado, baseava-se na divisão do trabalho, na criatividade e na cooperação.









