Atividade de História 22/11/2011
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baixem,descompaquitem e estudem.
As respostas para conferência vem depois.
Fontes históricas
O estudo do passado não pode ser feito directamente, mas de forma mediada através dos vestígios da actividade humana, a que é dado o nome genérico de fontes históricas. Embora com ligeiras cambiantes no significado, também se utilizam termos como documentos, testemunhos, vestígios ou monumentos. As fontes podem ser classificadas segundo vários pontos de vista, mas vamos aqui referir apenas as fontes materiais, as escritas, as iconográficas e as orais. As fontes materiais ou documentos figurados, constituem os vestígios materiais da actividade humana e que incluem as fontes arqueológicas em geral, os instrumentos de trabalho, os monumentos, as moedas, entre muitas outras. Algumas ciências auxiliares da história são dedicadas a este tipo de fontes, como a Arqueologia, a Numismática e a Sigilografia. No campo da História da Farmácia, estas fontes são muito importantes e incluem aquelas (almofarizes, potes de outros artefactos de farmácia) a cuja conservação se dedicam os museus de farmácia. As fontes escritas são geralmente as de utilização mais geral e distinguem-se entre si pelo suporte e técnica utilizados na escrita. No estudo das épocas Moderna e Contemporânea, as fontes escritas utilizadas são normalmente classificadas em manuscritas (uma carta de boticário, uma receita) e impressas (uma farmacopeia, um periódico farmacêutico). Das fontes escritas se ocupam ciências auxiliares como a Paleografia, a Filologia, a Epigrafia, a Papirologia, a Diplomática. As fontes iconográficas são as que representam imagens (uma gravura, uma fotografia, um filme). As fontes orais incluem toda a informação e tradição que é conservada na memória dos indivíduos e transmitida oralmente de uns para outros. Estas fontes são particularmente importantes no estudo da história dos povos primitivos.
Nomes : Cleber e Marcos
Nº : 05,23
Nome: Cleyson dos Santos Barbosa
Numero: 06
As grandes navegações
As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo. Mares nunca navegados terra, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. Crenças passadas a geração foram confirmadas, conferidas ou desmentidas.
Ocorreu entre o século XV e o início do século XVII, na qual os europeus exploravam o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio. Os historiadores referem-se a essa era como as explorações marítimas pioneiras realizadas pelos portugueses e espanhóis que estabeleceram relações com a África, Américas e Ásia, em busca de rota alternativa para as Índias movidas pelo comércio do ouro prata especiarias. Estas explorações foram seguindo pelos países do norte da Europa dando continuidade as navegações e suas descobertas.
Algumas invenções contribuíram para essas navegações, como:
·A bússola-Usada para orientação.
·As cara velas as viagens mais rápidas.
·O astrolábio-usado para verificar a altura dos astros
·A pólvora-usada para defender os ataques.
·O papel e a imprensa permitindo a divulgação.
Para realizar essas navegações, era preciso navios, homens e armas, esse tipo de empreendimento só seria possível com o apoio do estado e o capital da burguesia. O motivo que fez alguns europeus desafiar e enfrentar o medo foi à necessidade de encontrar um caminho chegando às regiões produtoras de especiarias, seda, porcelanas, outro dentre outras atividades.
Navegações portuguesas e os descobrimentos
No ano de 1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações: é a chegada das caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde aproveitar todos os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao voltar para Portugal, as caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos.
Navegações Espanholas
A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas desta época, se tornando, junto de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias dando a volta na África, os espanhóis escolheram outro caminho. O genovês Cristóvão Colombo, custeado pela Espanha, queria chegar às Índias, navegando na direção oeste. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo sabia que nosso planeta era redondo, mas desconhecia a existência do continente americano.
As Grandes Navegações

As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças passadas de geração a geração, foram conferidas, confirmadas, ou desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos. Ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada.
* Os motivos
O motivo poderoso que fez alguns europeus desafiar o desconhecido, enfrentando medo, foi a necessidade de encontrar um novo caminho para se chegar às regiões produtoras de especiarias, de sedas, de porcelana, de ouro, enfim, da riqueza.
Outros fatores favoreceram a concretização desse objetivo:
• Comerciantes e reis aliados já estavam se organizando para isso com capitais e estruturando o comércio internacional;
• A tecnologia necessária foi obtida com a divulgação de invenções chinesas, como a pólvora (que dava mais segurança para enfrentar o mundo desconhecido), a bússola, e o papel. A invenção da imprensa por Gutenberg popularizou os conhecimentos antes restritos aos conventos. E, finalmente, a construção de caravelas, que impulsionadas pelo vento dispensavam uma quantidade enorme de mão-de-obra para remar o barco como se fazia nas galeras nos mares da antiguidade, e era mais própria para enfrentar as imensas distâncias nos oceanos;
• Histórias como a de Marcopolo e Prestes João aguçavam a imaginação e o espírito de aventura;
• Até a Igreja Católica envolveu-se nessas viagens, interessada em garantir a catequese dos infiéis e pagãos, que substituiriam os fiéis perdidos para as Igrejas Protestantes.
O motivo poderoso que fez alguns europeus desafiar o desconhecido, enfrentando medo, foi a necessidade de encontrar um novo caminho para se chegar às regiões produtoras de especiarias, de sedas, de porcelana, de ouro, enfim, da riqueza.
Outros fatores favoreceram a concretização desse objetivo:
• Comerciantes e reis aliados já estavam se organizando para isso com capitais e estruturando o comércio internacional;
• A tecnologia necessária foi obtida com a divulgação de invenções chinesas, como a pólvora (que dava mais segurança para enfrentar o mundo desconhecido), a bússola, e o papel. A invenção da imprensa por Gutenberg popularizou os conhecimentos antes restritos aos conventos. E, finalmente, a construção de caravelas, que impulsionadas pelo vento dispensavam uma quantidade enorme de mão-de-obra para remar o barco como se fazia nas galeras nos mares da antiguidade, e era mais própria para enfrentar as imensas distâncias nos oceanos;
• Histórias como a de Marcopolo e Prestes João aguçavam a imaginação e o espírito de aventura;
• Até a Igreja Católica envolveu-se nessas viagens, interessada em garantir a catequese dos infiéis e pagãos, que substituiriam os fiéis perdidos para as Igrejas Protestantes.
* Conquistas portuguesas
Partindo de Lisboa, após a benção do sacerdote e da despedida do povo, caravela após caravela deixava Portugal, voltando com notícias e lucros sempre crescentes. Inicialmente contornando a África em:
• 1415 conquistaram Ceuta;
• durante o século XV o litoral da África e Ilha da Madeira, Açores, Cabo Verde e Cabo Bojador;
• 1488 chegaram ao Sul da África, contornando o Cabo da Boa Esperança;
• 1498 atingiram a Índia com Vasco da Gama. O objetivo fora atingido. * Conquistas espanholas
Partindo de Lisboa, após a benção do sacerdote e da despedida do povo, caravela após caravela deixava Portugal, voltando com notícias e lucros sempre crescentes. Inicialmente contornando a África em:
• 1415 conquistaram Ceuta;
• durante o século XV o litoral da África e Ilha da Madeira, Açores, Cabo Verde e Cabo Bojador;
• 1488 chegaram ao Sul da África, contornando o Cabo da Boa Esperança;
• 1498 atingiram a Índia com Vasco da Gama. O objetivo fora atingido. * Conquistas espanholas
A Espanha começou a navegar mais tarde, só após conseguir expulsar os árabes de seu território.
Mas em 1492, Cristóvão Colombo obteve do rei espanhol as três caravelas, Santa Maria, Pinta e Nina, com as quais deveria dar a volta ao mundo e chegar às Índias. Após um mês de angústias e apreensões chegou a terra firme, pensando ter atingido seu destino. Retorna à Espanha, recebendo todas as glórias pelo seu feito.
Portugal apressou-se a garantir também para si as vantagens dessa descoberta e, em 1494, assinou com a Espanha o famoso Tratado das Tordesilhas, que simplesmente dividia o mundo entre os dois pioneiros das grandes navegações. Foi traçada uma linha imaginária que passava a 370 léguas de Cabo Verde. As terras a Leste desta linha seriam portuguesas e as que ficavam a Oeste seriam espanholas. Foi assim que parte do Brasil ficou pertencendo a Portugal seis anos antes de Portugal aqui chegar.
Infelizmente para Colombo, descobriu-se pouco depois que ele não havia chegado às Índias, e "apenas" tinha descoberto um novo continente, que recebeu o nome de América, em homenagem a Américo Vespúcio que foi o navegador que constatou isso.
Colombo caiu em desgraça, morreu na miséria e a primeira viagem em torno da terra foi realizada em 1519 por Fernão de Magalhães e Sebastião del Cano.
Mas em 1492, Cristóvão Colombo obteve do rei espanhol as três caravelas, Santa Maria, Pinta e Nina, com as quais deveria dar a volta ao mundo e chegar às Índias. Após um mês de angústias e apreensões chegou a terra firme, pensando ter atingido seu destino. Retorna à Espanha, recebendo todas as glórias pelo seu feito.
Portugal apressou-se a garantir também para si as vantagens dessa descoberta e, em 1494, assinou com a Espanha o famoso Tratado das Tordesilhas, que simplesmente dividia o mundo entre os dois pioneiros das grandes navegações. Foi traçada uma linha imaginária que passava a 370 léguas de Cabo Verde. As terras a Leste desta linha seriam portuguesas e as que ficavam a Oeste seriam espanholas. Foi assim que parte do Brasil ficou pertencendo a Portugal seis anos antes de Portugal aqui chegar.
Infelizmente para Colombo, descobriu-se pouco depois que ele não havia chegado às Índias, e "apenas" tinha descoberto um novo continente, que recebeu o nome de América, em homenagem a Américo Vespúcio que foi o navegador que constatou isso.
Colombo caiu em desgraça, morreu na miséria e a primeira viagem em torno da terra foi realizada em 1519 por Fernão de Magalhães e Sebastião del Cano.
Nomes : Cleber Roberto , Marcos Vinicius
Nº: 05,23
Nomes:Douglas Vieira/Mateus Luís/Leon/Joelmir
Série/Turma:1ºF
A Pré-História do Brasil se refere a uma etapa da História do Brasil que se inicia com o primeiro povoamento do território atualmente compreendido pelas fronteiras do Estado Nacional brasileiro.
Nomes:Karoline/Katileny/Ingreth/Danielle
O homem chegou ao Novo Mundo vindo da Sibéria pouco antes de 20.000 a. C., quando o nível do mar baixou e o Estreito de Bering era terra firme. Após milhares de anos caçando e colhendo plantas silvestres como seminômades, índios em terras andinas na América Central experimentaram a agricultura (7000 a. C.)
Todos nós aprendemos que a história do Brasil começa com a chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral a Porto Seguro no dia 22 de Abril de 1500. Porém, aqui já existiam habitantes, e em grande quantidade espalhadas por várias regiões.
Uma vez que a História é normalmente vinculada à chegada do colonizador europeu, desta forma ignorando que os indígenas tivessem uma história própria. Por essa razão, costuma-se hoje denominar esse período da história brasileira como Pré-Cabralino.
Podemos afirmar através de conhecimentos e descobertas que conheçemos a pré-história no Brasil, essa afirmação se deve as novas descobertas feitas nas últimas décadas em nosso território.
Os primeiros habitantes do Brasil não deixaram nada escrito. Mas deixaram muitos vestígios arqueológicos como cavernas com pinturas rupestres, fósseis de bichos pré-históricos, objetos como ponta de flechas, machados, sepulturas, etc. As marcas da pré-história brasileira estão presentes em todos os cantos do país. E o nome do conjunto desses vestígios encontrados em determinada região recebe o nome de sítio arqueológico e o mais conhecido em nosso país é o da Serra da Capivara no estado do Piauí.
Importantes descobertas feitas em São Raimundo Nonato, estado do Piauí, estão ajudando os estudiosos a reconstituir a história dos primeiros habitantes do Brasil. Eles também deixaram suas marcas nas cavernas em que viviam, fazendo desenhos e pinturas. Além das pinturas foram encontrados também utensílios de pedra, ossos e restos de fogueiras.
Mas os vestígios mais antigos da presença humana na América foram encontrados em 1969, precisamente na toca do Boqueirão da Pedra Furada. São restos de fogueiras e instrumentos de pedra lascada, vários esqueletos humanos, uma enorme quantidade de ossos de animais hoje extintos como tigres de dentes de sabre, mastodontes, etc. e pinturas rupestres.
Nºs:16/17/07/14
A Pré-História do Brasil se refere a uma etapa da História do Brasil que se inicia com o primeiro povoamento do território atualmente compreendido pelas fronteiras do Estado Nacional brasileiro.
O homem chegou ao Novo Mundo vindo da Sibéria pouco antes de 20.000 a. C., quando o nível do mar baixou e o Estreito de Bering era terra firme. Após milhares de anos caçando e colhendo plantas silvestres como seminômades, índios em terras andinas na América Central experimentaram a agricultura (7000 a. C.)
Todos nós aprendemos que a história do Brasil começa com a chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral a Porto Seguro no dia 22 de Abril de 1500. Porém, aqui já existiam habitantes, e em grande quantidade espalhadas por várias regiões.
Uma vez que a História é normalmente vinculada à chegada do colonizador europeu, desta forma ignorando que os indígenas tivessem uma história própria. Por essa razão, costuma-se hoje denominar esse período da história brasileira como Pré-Cabralino.
Podemos afirmar através de conhecimentos e descobertas que conheçemos a pré-história no Brasil, essa afirmação se deve as novas descobertas feitas nas últimas décadas em nosso território.
Os primeiros habitantes do Brasil não deixaram nada escrito. Mas deixaram muitos vestígios arqueológicos como cavernas com pinturas rupestres, fósseis de bichos pré-históricos, objetos como ponta de flechas, machados, sepulturas, etc. As marcas da pré-história brasileira estão presentes em todos os cantos do país. E o nome do conjunto desses vestígios encontrados em determinada região recebe o nome de sítio arqueológico e o mais conhecido em nosso país é o da Serra da Capivara no estado do Piauí.
Importantes descobertas feitas em São Raimundo Nonato, estado do Piauí, estão ajudando os estudiosos a reconstituir a história dos primeiros habitantes do Brasil. Eles também deixaram suas marcas nas cavernas em que viviam, fazendo desenhos e pinturas. Além das pinturas foram encontrados também utensílios de pedra, ossos e restos de fogueiras.
Mas os vestígios mais antigos da presença humana na América foram encontrados em 1969, precisamente na toca do Boqueirão da Pedra Furada. São restos de fogueiras e instrumentos de pedra lascada, vários esqueletos humanos, uma enorme quantidade de ossos de animais hoje extintos como tigres de dentes de sabre, mastodontes, etc. e pinturas rupestres.
A Pré-História
Segundo as mais abalizadas pesquisas arqueológicas, os mamíferos começam a surgir na face da terra há cerca de 70 milhões de anos. Em evoluções sucessivas e prolongadas – segundo as teorias de Charles Spencer Darwin – aqueles que se adaptavam melhor sobreviviam, outros sucumbiam e assim ocorreu a diversificação das espécies animais.
O animal humano segue nesta trajetória de gradação em gradação, de evolução em evolução. Os mais antigos vestígios de hominídeos encontrados pelos arqueólogos datam de mais de 500 mil anos.
Desmond Morris causou grande polêmica com seu livro “O Macaco Nu”, lançado no Brasil na década de 60 do século passado. Segundo o Autor, nossa espécie não é dotada de garras afiadas, presas capazes de dilacerar sua caça ou mesmo um couro coberto de pelos protetores contra as intempéries. Esta fragilidade, contudo, é compensada com um cérebro mais desenvolvido que o da maioria dos animais e mãos capazes do movimento de pinça com os dedos, capazes de grande precisão (segundo alguns Autores somente o golfinho tem massa cerebral superior à do ser humano em relação à proporção com sua massa corporal, sua relativa inferioridade reside no fato de não disporem de mãos hábeis como as nossas...).
O cérebro humano não nasce pronto quando ele vem ao mundo. Segundo Desmond Morris um cérebro plenamente desenvolvido jamais passaria pelo canal vaginal, matando mãe e criança. A maior parte do desenvolvimento cerebral humano ocorre nos primeiros anos de vida da criança, chegando até a adolescência, no período extra-uterino, criando uma grande dependência materna por parte do bebê humano que chega ao mundo.
A Evolução das Espécies
Charles Darwin viajou pelo mundo no famoso navio Beagle (1831 – 1836) a fim de fazer pesquisas. Ficou fascinado com a diversidade animal e vegetal encontrada. As Ilhas Galápagos o impressionaram sobremodo.
Segundo suas observações, chegou à conclusão de que as espécies passariam por mutações e aqueles mutantes melhor adaptados sobreviviam com maior desenvoltura ao universo circundante. Aqueles que não se adaptavam sucumbiam. A isto chamou de “processo de seleção natural”.
Mais tarde, Darwin estendeu essa teoria ao ser humano, classificando-o como descendente dos antropóides. As comunidades científica e religiosa do mundo inteiro se opuseram a essa teoria, pois seu limite de consciência possível não permitia admitir que “o homem branco, superior” fosse descendente de macacos.
Nem é bem assim: o ser humano guarda laços óbvios de parentesco com os outros antropóides, mas não é “descendente do macaco”...
Embora as descobertas de Darwin tenha elevada importância histórica, principalmente pela ousadia e pioneirismo, não são definitivas. As pesquisas continuam até hoje lançando novas luzes sobre as origens do homem.
Nossos Ancestrais
Consensualmente entre os arqueólogos, convencionou-se (até que alguma nova descoberta os contradite) que a mais antiga espécie digna do epíteto “homo” é o Australopithecus, surgido no sul da África há cerca de 3 milhões de anos. Este nosso provável ancestral tinha algumas características semelhantes ao homem moderno e foi capaz de criar os primeiros instrumentos rudimentares.
Quando, por processos de mutação, nossos ancestrais passaram a andar sobre dois pés, ficaram não apenas com as mãos livres para fazer e usar objetos como ainda tiveram ampliado o seu campo de visão. O fato de o homem fabricar seus instrumentos é um importante diferencial que o separa definitivamente do reino animal.
Nomes : Cleber , Inacio , Marcos , Rebeca , Suellen e Rafaela Falcão
Nome:Douglas Vieira
Nº:10
Série/Turma: 1ºF
As Grandes Navegações
Durante os séculos XV e XVI, os europeus, principalmente portugueses e espanhóis, lançaram-se nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico com dois objetivos principais: descobrir uma nova rota marítima para as Índias e encontrar novas terras. Este período ficou conhecido como a Era das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos.
Quais foram os objetivos?
No século XV, os países europeus que quisessem comprar especiarias (pimenta, açafrão, gengibre, canela e outros temperos), tinham que recorrer aos comerciantes de Veneza ou Gênova, que possuíam o monopólio destes produtos. Com acesso aos mercados orientais, cujo principal era a Índia os burgueses italianos cobravam altos preços pelas especiarias. O canal de comunicação e transporte de mercadorias vindas do oriente era o Mar Mediterrâneo. Encontrar um novo caminho para as Índias era uma tarefa difícil, porém muito desejada. Portugal e Espanha queriam muito ter acesso direto às fontes orientais, para poderem lucrar com este comércio.
Um outro fator importante, que estimulou as navegações nesta época, era a necessidade dos europeus de conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter matérias-primas, metais preciosos e produtos não encontrados na Europa. Inclusive a Igreja Católica estava interessada neste empreendimento, pois, significaria novos fiéis.
Os reis estavam interessados também, tanto que financiaram uma grande parte dos empreendimentos marítimos, porque com o aumento do comércio, poderiam também aumentar a arrecadação de impostos para os seus reinos. Mais dinheiro iria significar mais poder para os reis da época.
Os portugueses foram os primeiros
Portugal foi o pioneiro nas navegações dos séculos XV e XVI devido a uma série de condições encontradas no país. A grande experiência em navegações, principalmente da pesca de bacalhau, ajudou muito Portugal. As caravelas, principal meio de transporte marítimo e comercial do período, eram criadas com qualidade superior à de outras nações. Portugal contou com uma quantidade importante de investimentos de capital vindos da burguesia e da nobreza, interessadas nos lucros que este negócio poderia gerar. Também houve a preocupação com os estudos náuticos, pois os portugueses chegaram a criar até mesmo um centro de estudos: A Escola de Sagres.
Navegar nos séculos XV e XVI era uma tarefa muito arriscada, principalmente quando se falava de mares desconhecidos. Era muito comum o medo causado pela falta de conhecimento e pela imaginação da época. Muitos acreditavam que o mar pudesse ser habitado por monstros, enquanto outros tinham uma visão da terra como algo plano, portanto, ao navegar para o "fim" a caravela poderia cair num grande abismo.
Levando isto em conta, planejar a viagem era de muita importância. Os europeus contavam com alguns instrumentos de navegação como, por exemplo: a bússola, o astrolábio e a balestilha. Estes dois últimos utilizavam a localização dos astros como referência.
Também era preciso utilizar um meio de transporte rápido e resistente. As caravelas cumpriam estes objetivos, embora ocorressem naufrágios e acidentes. As caravelas podiam transportar grandes quantidades de mercadorias e homens. Numa navegação participavam marinheiros, soldados, padres, ajudantes, médicos e inclusive um escrivão para anotar tudo o que acontecia durante as viagens.
Descobrimentos
No ano de 1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações: é a chegada das caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde aproveitar todos os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao voltar para Portugal, as caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos.
Outro importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro, em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta", Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
Por causa destes acontecimentos, Portugal se tornou a principal potência econômica da época.
Chegada ao Brasil
Em abril de 1500 treze caravelas portuguesas chegaram ao Brasil, elas eram lideradas por Pedro Álvares Cabral. Quando olharam, eles acreditaram ser um grande monte, e chamaram de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil. Cabral não tinha certeza se a terra descoberta era um continente ou uma grande ilha, e mudou o nome para Ilha de Vera Cruz. Depois de outras expedições portuguesas, descobriu-se ser um continente, e o nome foi alterado novamente. O novo nome foi Terra de Santa Cruz. Só depois de descobrirem o pau-brasil,em 1511, recebeu o nome de Brasil.
Navegações Espanholas
A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas desta época, se tornando, junto de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias dando a volta na África, os espanhóis escolheram outro caminho. O genovês Cristóvão Colombo, custeado pela Espanha, queria chegar às Índias, navegando na direção oeste. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo sabia que nosso planeta era redondo, mas desconhecia a existência do continente americano. Em 12 de outubro de 1492 aportou nas ilhas da América Central, sem saber que tinha chegado a um novo continente. Somente anos depois foi que o navegador Américo Vespúcio identificou aquelas terras como um continente ainda não conhecido dos europeus. Em contato com os índios da América (maias, incas e astecas), os espanhóis começaram um processo de exploração destes povos, interessados na grande quantidade de ouro. Além de extrair riquezas dos indígenas americanos, os espanhóis destruíram suas culturas. Foi um verdadeiro genocídio.
Captanias Hereditárias
Logo após o Descobrimento do Brasil (1500), a coroa portuguesa começou a temer invasões estrangeiras no Brasil. Esse temor era real, pois corsários e piratas ingleses, franceses e holandeses viviam saqueando as riquezas da terra recém descoberta. Era necessário colonizar e administrar o Brasil.
O rei de Portugal D. João III resolveu dividir a terra brasileira em faixas, que partiam do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Estas faixas de terras, conhecidas como Capitanias Hereditárias, foram doadas para nobres e pessoas de confiança do rei. Os que recebiam as terras, chamados de donatários, tinham a função de administrar, colonizar, proteger e desenvolver a região. Os donatários também deviam combater os índios que tentavam resistir à ocupação do território. Em troca destes serviços, além das terras, os donatários recebiam algumas regalias, como a poder explorar as riquezas da região. Estes territórios eram transmitidos de pai para filho. O que explica o nome.
Linha do Tempo |
1500 – A expedição de Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil. |
1534 - O Brasil é dividido em capitanias hereditárias. Início da escravização do índio no Brasil. |
1543 - A primeira Santa Casa do Brasil é fundada por Braz Cubas. |
1548 – Criado o governo-geral com o objetivo de centralizar a administração da Colônia. |
1549 – A cidade de Salvador é fundada. É constituído o primeiro governo geral do Brasil com Tomé de Souza. |
1550 - Inicia a criação de gado no Brasil, com chegada de espécies. Em Salvador chega a primeira leva de escravos vindos da África. |
1555 - Os franceses fundam a França Antártica, no Rio de Janeiro. |
1562 - João Ramalho torna-se capitão-mor de São Paulo de Piratininga. |
1563 – A cidade de São Sebastião (Rio de Janeiro) é fundada por Estácio de Sá. |
1567 - Os franceses são expulsos do Rio de Janeiro. |
1570 – A liberdade dos índios é garantida pela Carta régia. |
BRASIL COLÔNIA
Brasil Colônia período da história entre a chegada dos primeiros portugueses em 1500, e a independência, em 1822, quando o Brasil estava sob domínio socioeconômico e político de Portugal. Todavia, a rigor, o período colonial já havia terminado em 1815, quando Dom João VI elevou a condição do Brasil de colônia para a de Reino Unido, juntamente com Portugal e Algarves.
Eventualmente França e Holanda conquistaram o domínio de regiões estratégicas como, por exemplo, a ilha de São Luís do Maranhão (França Equinocial), a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (França Antártica) a cidade de Recife e parte dos atuais estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte (Nova Holanda).
A despeito destas ocupações, manteve-se, no período colonial, a unidade linguística e cultural do Brasil.
* História da colonização do Brasil
De 1500 a 1530, quando o território ainda era chamado Terra de Santa Cruz, a colonização limitou-se a expedições rápidas para coleta e transporte de pau-brasil. É a partir de 1530, pela expedição de Martim Afonso de Sousa, que a nova colônia passará a ser povoada. Em 1532 é fundada a vila de São Vicente.Prevendo a possível invasão do território por potências rivais, a Coroa Portuguesa lança mão de um instituto já utilizado na ilha da Madeira: a capitania.
As capitanias foram, erroneamente, comparadas por alguns historiadores aos feudos medievais. Nada mais equivocado. As relações políticas e econômicas entre donatários de capitanias e a coroa portuguesa em nada se equivaliam às relações de suserania e vassalagem feudais.
A instalação das primeiras capitanias no litoral nordeste brasileiro traz consigo uma consequência trágica: os conflitos com os índios do litoral que - se até então foram aliados de trabalho, neste momento passam a ser um entrave, uma vez que disputavam com os recém chegados o acesso às melhores terras. Destes conflitos entre portugueses e índios o saldo é a mortandade indígena causada por conflitos armados ou por epidemias diversas.
O PERIODO PRE - COLONIAL: A FASE DO PAU - BRASIL (1500 a 1531)
A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo por desconsiderar a existência dos índios na terra antes da chegada dos portugueses. Portanto, será mais correcto o termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Outros autores preferem dizer "achamento" do Brasil. A data em que ocorreu, 22 de abril de 1500, inaugura a fase pré-colonial. Neste período não houve colonização, pois os portugueses não se fixaram na terra.Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da mata Atlântica. O pau-brasil tinha grande valor no mercado europeu, pois sua seiva avermelhada era muito utilizada para tingir tecidos e fabricação de móveis e embarcações.
Inicialmente os próprios portugueses cortavam as árvores, mas devido ao fato destas não estarem concentradas em uma região, mas espalhadas pela mata, aqueles passaram a utilizar mão-de-obra indígena para o corte. Os índios não eram escravizados, eram pagos em forma de escambo, ou seja, simples troca.Apitos, chocalhos, espelhos e outros objetos utilitários foram oferecidos aos nativos em troca de seu trabalho (cortar o pau-brasil e carregá-lo até às caravelas). Os portugueses continuaram a exploração da madeira, erguendo toscas feitorias no litoral, apenas armazéns e postos de trocas com os indígenas.
Nomes : Cleber Roberto , Marcos Vinicius
Nº : 05,23
Brasil colonial
Período pré-colonial (1500-1530)
A primeira riqueza explorada pelo europeu em terras brasileiras foi o pau-brasil, árvore que existia com relativa abundância em largas faixas da costa brasileira. O interesse comercial nessa madeira decorria da possibilidade de extrair-se dela uma substância corante, utilizada para tingir tecidos.
Antes da conquista da América indústria européia de tintas comprava o pau-brasil trazido do Oriente pelos mercadores que atuavam nas rotas tradicionais do comércio indiano. Após a conquista do Brasil, tornava-se mais lucrativo extraí-lo diretamente de nossas matas litorâneas.
O rei de Portugal não demorou a declarar a exploração do pau-brasil um monopólio da coroa portuguesa. Oficialmente, ninguém poderia retirá-lo de nossas matas sem prévia concessão da coroa e o pagamento do correspondente tributo.
A primeira concessão para explorar o pau-brasil foi fornecida a Fernão de Noronha, em 1501, que estava associada a vários comerciantes judeus. Os Franceses, que não reconheciam a legitimidade do Tratado de Tordesilhas, agiam intensamente no litoral brasileiro, extraindo a madeira sem pagar os tributos exigidos pela coroa portuguesa.
O esquema montado para a extração do pau-brasil contava, essencialmente, com a importante participação do indígena. Só as tripulações dos navios que efetuam o tráfico não dariam conta, a não ser de forma muito limitada, da árdua tarefa de cortar árvores de grande porte como o pau-brasil, que alcança um metro de diâmetro na base do tronco e 10 a 15m de altura.
A princípio, o trabalho do índio era conseguido "amigavelmente" com o escambo. Este consistia, basicamente, em derrubar as grandes árvores, cortá-las em pequtransportá-las até a praia e, daí, aos locais onde estavam ancorados os navios. Esse processo acabou em 1530.
Período Colonial (1530-1570)
O início da colonização brasileira é marcado pela expedição de Martim Afonso de Souza, que possuía três finalidades: iniciar o povoamento da área colonial, realizar a exploração econômica e proteger o litoral contra a presença de estrangeiros.
A base da colonização foi o açúcar, riqueza trazida de fora, onde, Portugal já tinha experiência com plantio e a comercialização do produto nas Ilhas Atlânticas.
Após as experiências positivas de cultivo na Região Nordeste do Brasil, já que a cana se adaptou bem ao clima e ao solo, teve início o plantio em larga escala. Uma boa forma de Portugal lucrar com o açúcar além de começar o povoamento no Brasil.
Em 1532, o rei decidiu ocupar as terras pelo regime de capitanias, mas num sistema hereditário, pelo qual a exploração passaria a ser direito de família.
Foram criadas, nesta divisão, quinze faixas longitudinais de diferentes larguras que iam de acidentes geográficos no litoral até o meridiano de Tordesilhas
Das quinze capitanias originais, apenas as capitanias de Pernambuco e de São Vicente prosperaram. As terras brasileiras ficavam a dois meses de viagem de Portugal.
Nome: Cleyson Dos Santos Barbosa
Nº: 06
Profª: Marines
BRASIL COLONIAL
Brasil está carregada de eurocentrismo, além de desconsiderar a existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da mata Atlântica.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da mata Atlântica.
Nome: Wellington
Serie/Turma: 1ºF
nº: 35
Nome:Douglas Vieira
Série/Turma:1°F
O Calendário
A maioria das pessoas ao redor do globo consulta algum tipo de calendário todos os dias. Os executivos de empresas usam para ver se têm reuniões agendadas. A mãe ocupada confirma os treinos de futebol do filho. Os estudantes de faculdade se certificam de que seus trabalhos serão entregues em dia e de que terão bastante tempo de estudar para suas provas.
Calendário Maia
Para os antigos maias, os calendários eram tão importantes para a vida diária como são para as pessoas de hoje.
Os maias possuíam dois calendários, sendo um relacionado a vida religiosa chamado Tzolk'in e outro que seguia os eventos da agricultura chamado haab.
Calendário religioso
Chamado pelos maias de Tzolkim, o calendário religioso possuía um ano composto por 260 dias, dividido em 13 meses (cada mês tinha 20 dias),completando um ano santo de 260 dias.Tinha a função de organizar o cotidiano religioso dos maias.Esse calendário era orientado pela Lua. Cheio de previsões astrológicas, este calendário estava ligado ao período de gestação dos seres humanos.
Os maias acreditavam que este calendário tinha o poder de orientar e reger a vida pessoal (amor, família, trabalho, saúde, etc) dos indivíduos.
Calendário agrícola
Os maias chamavam este calendário de Haab. Possuía 365 dias de acordo com o ano solar. Era dividido em 18 meses de 20 dias, além de 5 dias destinados a festas formando um ano civil.Estava ligado aos eventos agrícolas (plantio e colheita) realizados pelos maias.
A sincronização dos calendários
Estes dois calendários não funcionavam separadamente. A cada 52 anos solares, os dois calendários se sincronizavam matemáticamente pelo planeta Vênus.
A cada 3.172 anos solares ocorria o encontro do início destes dois calendários. Para os maias, este período simbolizava o recomeço de uma nova Era.
A Roda Calendárica
Os maias fundiram o calendário Haab com o Tzolkin em um ciclo superior chamado de "Roda Calendárica". A formação dessa roda se compõe de três círculos dá por resultado ciclos de 18.980 dias, então, um dos 260 dias do Tzolkin coincide com outro dos 365 dias do Haab.
O círculo menor está composto por 13 números, o círculo mediano pelos 20 signos dos vinte dias maias do calendário Tzolkin, e o círculo maior pelo calendário Haab com seus 365 dias.
Cada ciclo de 18.980 dias equivale a 52 voltas do Haab e a 73 voltas do Tzolkin. E ao término deste ciclo ambos voltam para o mesmo ponto. A cada 52 voltas do Haab se celebra a cerimônia do fogo novo ou "um século maia".
Calendário de conta longa
Além do calendário Haab e do Tzolkim os maias calculavam o tempo com mais um calendário, o calendário de conta longa.
Esse sistema era central para o conceito de tempo dos maias. Foi apartir desse calendário que os maias calcularam o fim do mundo. A conta longa media o tempo desde a origem dos maias e transcendia o tempo de vida de reis e povos. Após anos recolhendo dados, estudiosos calcularam que o calendário de conta longa teria começado em 13 de agosto de 3.114 AC e terminaria 5.125 anos em 21 de dezembro 2012.
Videos:
Alunos: Alessandro e Leandro
Cultura
Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, lingüísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Portanto, fazem parte da cultura de um povo as seguintes atividades e manifestações:
Música
Teatro
Rituais religiosos
língua falada e escrita
Mitos
Hábitos alimentares
Danças
Arquitetura
ETC.
Uma das capacidades que diferenciam o ser humano dos animais irracionais é a capacidade de produção de cultura.
A cultura de uma comunidade é o conjunto de tradições diferentes através das quais seus membros contribuem para o preenchimento de suas condições existenciais. A cultura aqui definida – apesar de sua natureza conceitual – é um conjunto de fatos diretamente percebível pelo estudo das ações humanas, segundo padrões unificados, pela observação das formas geradas da conduta vivida conforme as normas estabelecidas, e pelas investigações das manifestações de valores, crenças e explicações contidas em sistemas simbólicos de comunicações.
Pré historia geral e americana brasileira
NOME : Camila Pereira e Fernando Assis
Historia americana e geral no brasil - A organizaçao temporal da america pré historia se conforma nas mesmas dataçoes estabelecidas do periodo pre historia por isso as primerias noticias sobre o continete americano se estabelecem no periodo paleolitico inferior .
Os vestigios encontrados nesssa fosseis incial sao bastante rudimentares .Em geral é documentada a ocorrencia de pedras talhadas em cima e duas fosses e um utensilio semelhante ao raspadeira . Outros vestigios dessa mesma sao feitas apartir de ossadas de animais extintos como mastodontes , bisoes e camolideos com o fim do periodo paleolitico as primeiras tecnincas de produçao agricula passaram a ser desenvolvidas na america . Nesse momento observamos a fixaçao de diferente civilizaçoes por todo o continente na porçao norte notificou -se a presença dos cenasuzi,mongollon e hohokon.Na america do sul temos o surgimento dos povos caruibas guaryns e tupis .Foi nessa mesma epoca as primeiras comunidades de indgenas se desnvolve no Brasil .
Calendario judeu
alunos : Mariana, Bryan
turma : 1F.
Calendário judaico ou Hebraico é o nome do calendário utilizado dentro do judaísmo para a determinação da data das festividades, dos serviços religiosos e de outros eventos da comunidade.
O calendário hebraico é um calendário do tipo lunar baseado nos ciclos da Lua, composto alternadamente por 12 ou 13 meses de período igual ao de uma lunação, de forma a que o primeiro dia de cada mês é sempre o primeiro dia de lua nova. Nos tempos bíblicos a determinação dos tempos era realizada pela observação direta de testemunhas designadas para este fim, método seguido pelos Caraítas até os dias de hoje, os quais determinam o primeiro mês do ano como Abib.
O método atual entre os judeus rabínicos no entanto é um calendário fixo criado devido à necessidade de um calendário permanente para comunidades que vivessem fora de Israel.Este calendário tem base lunar, mas ajusta-se pelo calendário solar (enquanto o Calendário antigo ajustava-se pela maturação da colheita) para a inclusão de um novo mês, além de determinar o início do ano no mês de Tishrei.
NOME(s):Luana Teixeira,Rebeca
SERIE:1 ano TURMA:F
MATERIA:história
A origem da palavra história
História (do grego antigo historie, que significa testemunho, no sentido daquele que vê) é a ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado. Por metonímia, o conjunto destes processos e eventos. A palavra história tem sua origem nas «investigações» de Heródoto, cujo termo em grego antigo é Ἱστορίαι (Historíai). Todavia, será Tucídides o primeiro a aplicar métodos críticos, como o cruzamento de dados e fontes diferentes.
O estudo histórico começa quando os homens encontram os elementos de sua existência nas realizações dos seus antepassados. Esse estudo, do ponto de vista europeu, divide-se em dois grandes períodos: Pré-História e História.
Os historiadores usam várias fontes de informação para construir a sucessão de processos históricos, como, por exemplo, escritos, gravações, entrevistas (História oral) e achados arqueológicos. Algumas abordagens são mais frequentes em certos períodos do que em outros e o estudo da História também acaba apresentando costumes e modismos (o historiador procura, no presente, respostas sobre o passado, ou seja, é influenciado pelo presente). (veja historiografia e História da História).
Os eventos anteriores aos registos escritos pertencem à Pré-História e às sociedades que co-existem com sociedades que já conhecem a escrita (é o caso, por exemplo, dos povos celtas da cultura de La Tène) pertencem à Proto-História.
As concepções formais da História
História (ocidente)
Pré-História Idade da Pedra Paleolítico
Mesolítico
Neolítico
Idade dos Metais Idade do Cobre
Idade do Bronze
Idade do Ferro
Idade Antiga Antiguidade Oriental
Antiguidade clássica
Antiguidade tardia
Idade Média Alta Idade Média
Baixa Idade Média
Idade Média Plena
Idade Média Tardia
século XV
Idade Moderna
século XVI
século XVII
século XVIII
Idade Contemporânea
século XIX
século XX
século XXI
Visões sobre a História
"O homem não vive somente de pão; a História não tinha mesmo pão; ela não se alimentava se não de esqueletos agitados, por uma dança macabra de autômatos. Era necessário descobrir na História uma outra parte. Essa outra coisa, essa outra parte, eram as mentalidades".
"A História procura especificamente ver as transformações pelas quais passaram as sociedades humanas. As transformações são a essência da História; quem olhar para trás, na História de sua própria vida, compreenderá isso facilmente. Nós mudamos constantemente; isso é válido para o indivíduo e também é válido para a sociedade. Nada permanece igual e é através do tempo que se percebe as mudanças".
"A História como registro consiste em três estados, tão habilmente misturados que parecem ser apenas um. O primeiro é o conjunto dos factos. O segundo é a organização dos factos para que formem um padrão coerente. E a terceira é a interpretação dos factos e do padrão".
"Sem a História nós estaríamos em um eterno recomeço, não teríamos como avaliar os erros do passado, para não errarmos novamente no futuro".
nome: Rafaela Falcão
professora: Marines
série/turma: 1º F
Calendário Cristão
O ponto de partida da era Cristã foi a escolha do ano zero para o nascimento de Jesus. Isto foi fixado no século VI, por um monge armênio, chamado Denis, o Pequeno.
Denis reteve como primeiro ano da era cristã (ano 1, portanto) o ano 754 da era romana e colocou o dia primeiro do ano no dia 25 de março, dia da concepção pela Virgem Maria de Cristo. Porém ele cometeu um erro de cálculo, pois o Rei Herodes já estava morto em 754, e portanto historiadores e teólogos cristãos consideram a data provável do nascimento entre o ano 8 e 4, sendo mais plausíveis os anos entre 7 e 6 antes da nossa era e portanto sete ou seis anos antes do zero convencional.
Em 1565 d.C., Carlos IX fixa de novo o começo do ano em primeiro de janeiro. Dezessete anos mais tarde, o Papa Gregório XIII confirma esta decisão quando da reforma do calendário Juliano.
O calendário gregoriano dividia o ano em trezentos e sessenta e cinco dia e um quarto, em doze meses de tamanhos desiguais e em cinqüenta e duas semanas além do recurso aos anos bissextos.
A reforma deste papa aconteceu quando o equinócio coincidia com o dia 11 de março de 1582 depois de Cristo. Suprimiu dez dias, organizou os bissextos quando as duas primeiras cifras são divisíveis por quatro. De acordo com esta norma o ano de 1600 e 2000 são bissextos enquanto que os anos de 1700, 1800 e 1900 foram normais. Começou a ser usado nos países ditos católicos, mas as nações protestantes não o aceitaram imediatamente.
Calendário Cristão: É o próprio calendário gregoriano, com a inclusão de festas religiosas móveis, definidas a partir da Páscoa. Os períodos e acontecimentos anteriores passam a ser datados com a sigla a.C. (antes de Cristo) e contados de trás para a frente.
O Calendário Cristão é hoje o calendário quase universal, pelo menos como paradigma nas relações internacionais.
nome: Andre e Wellington
professora: Marines
série/turma: 1º F
A IMPORTANCIA DE ESTUDAR A HISTÓRIA
A importancia de estudar história é grande, porque assim se pode conhecer os hábitos e culturais antigos, bem como seus habitos, linguas que falavam, meios de comunicação. Prem também se estuda história contemporanea, já pertence aos tempos actuais. Pode também estudar a história da arte, esta dedicada ás artes, como a pintura arquitetura escultura e outros. Neste campo pode servir ainda para estudar arqueologia.
O estudo da história é importante porque nos da condição de entender as estruturas econômicas, sociais, políticas, religiosos, ideológicas e jurídicas da sociedade em que vivemos.
Alunas : Rafaella de Carvalho e Suelen gonsalves.
Série/Turma:1ºF
Calendário chinês
O calendário chinês (Chinês Xia Li (夏曆), Tradicional: 農曆, Chinês Simplificado : 农历, pinyin: nónglì) é o mais antigo registro cronológico de que se tem registro na história. É um calendário que se utiliza tanto do Sol quanto da Lua. A partir dele surgiu o horóscopo chinês. Na Ásia diversos países adotam calendários parecidos com o chinês.
O calendário chinês é lunissolar. Cada ano possui doze lunações acarretando em um total de 354 dias. Para não se perder a sincronia com o ciclo solar (de 365,25 dias), são acrescentados a cada oito anos noventa dias ao calendário, ou, aproximadamente duas lunações. Desta forma não se perde a sincronia nem com o ciclo solar, nem com o lunar. Por isso, considera-se que o calendário chinês é lunissolar.
O ciclo de doze anos
Este calendário não tem um marco inicial, e se repete em um ciclo menor, de 12 anos, e um ciclo maior, de 60 anos. Os anos começam sempre em umalua nova, entre 21 de janeiro e 20 de fevereiro.
No ciclo de doze anos, cada ano recebe o nome de um animal: "shu" 鼠 (rato), "niou" 牛 (boi), "hu" 虎 (tigre), "tu" 兔 (coelho), "long" 龍 (dragão), "she" 蛇 (serpente), "ma" 馬 (cavalo), "yang" 羊 (carneiro), "hou" 猴 (macaco), "ji" 雞 (galo), "gou" 狗 (cão), "zhu" 豬 (porco).
Dragão de 5 de Fevereiro de 2000 a 23 de Janeiro de 2001
Os antigos astrônomos chineses chamavam os cinco planetas principais pelos nomes dos elementos; eles estavam associados com: Vênus ao Metal (ouro); Júpiter à Madeira; Mercúrio à Água; Marte ao Fogo; Saturno à Terra. De acordo com a Astrologia chinesa, diz-se que a posição destes planetas, junto com as posições do Sol, Lua, eventuais cometas no céu, bem como o momento do nascimento (horário) e o signo zodiacal podem determinar os traços da personalidade e o destino de uma pessoa.
Um laborioso sistema para computar a sorte e o destino de alguém baseado em sua data e hora de nascimento (conhecido como 紫微斗數 zǐwēidǒushù) é usado ainda regularmente na Astrologia chinesa contemporânea para prever a sorte de uma pessoa. As vinte e oito constelações chinesas (宿 xìu) são bastante diferentes das oitenta e oito constelações ocidentais. Por exemplo, a Ursa Maior (Ursa Maior) é conhecida como 斗 dǒu; o cinturão de Órion é conhecida como 參 shen, ou o trio de semi-deuses "Felicidade, Fortuna, Longevidade". As sete constelações setentrionais são denominadas xúanwǔ(玄武). Xuan Wu é também conhecido como o espírito do céu setentrional ou o espírito da Água na crença Taoísta.
Nomes:Wanderson,/Douglas Hora
série/turma:1ºf
O Calendário cósmico
Imagine que toda a história do universo pudesse ser comprimido em apenas um ano ,foi isso que o cientista Carl Sagan imaginou logo no primeiro capítulo de seu livro "Os dragões do Éden".O ano é a principal unidade de medida de tempo utilizada pelos humanos. Toda a história registrada, contudo, precisa de unidades maiores, como a década, o século e o milênio. Porém, mesmo os milênios os quais possuímos registros históricos são precedidos por períodos de tempos excepcionalmente maiores, sobre os quais pouco sabemos.
O cientista Carl Sagan,compactou os 13,7 bilhões de anos do Universo em apenas um ano, o que ficou conhecido como o ano cósmico.
Neste calendário estão assinalados os principais eventos atualmente disponíveis da história do cosmos, como a época da formação da nossa galáxia, do Sistema Solar, do surgimento dos primeiros organismos vivos na Terra e o despertar do ser humano.
1 mês do ano cósmico = 1 bilhão e 250 milhões de anos do Universo.
1 dia do ano cósmico = 40 milhões de anos do Universo.
1 minuto do ano cósmico = 30.000 anos do Universo.
1 segundo do ano cósmico = 500 anos do Universo.
Considerando esta compactação, veja em que horário teriam ocorridos os seguintes acontecimentos do dia 31 de Dezembro do ano cósmico.
22h 30min - Primeiros seres humanos.
23h 59min 35 s - Primeiras cidades.
23h 59min 51 s - Invenção do alfabeto.
23h 59min 59s - Descobrimento do Brasil.
Nomes::Fernando e Camila Pereira
Série/turma:1ºF
Em acréscimo às leituras astrológicas dos corpos celestes, as estrelas no céu formam a base de muitos contos de fadas. Por exemplo, o Triângulo de Verão é um trio composto por um boiadeiro (Altair), uma donzela tecelã encantada (Vega) e a fada "tai bai" (Deneb). Os dois amantes proibidos foram separados pelo rio prateado (a Via Láctea). A cada ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário chinês, os pássaros formam uma ponte sobre a Via Láctea. O boaideiro leva seus dois filhos (as duas estrelas em cada lado de Altair) através da ponte para reencontrarem sua mãe encantada. A "tai bai" fica "segurando a vela" para estes dois amantes imortais.
alunos: Douglas costa,Fernando Assis,Lucas Gonçalves,wanderson silva.
turma/série :1 º f
China antiga
China é um dos países de mais antiga civilização e sua história possui fontes escritas de quase 4 mil anos,é um dos países de mais antigo desenvolvimento econômico.Há 5 ou 6 mil anos, os habitantes da bacia do Rio Huanghe (Rio Amarelo) tinham a agricultura como ocupação principal e criavam gado. Durante a dinastia Shang, há mais de 3 mil anos, se conhecia a técnica de fundir o bronze, usavam instrumentos de ferro e produziam utensílios de cerâmica branca e esmaltada. A produção e tecelagem de
*seda também estavam bastante desenvolvidas e se inventou a mais antiga técnica de tecer seda com motivos em alto-relevo. No período de Primavera e Outono (770-446 a.n.e.), surgiu a técnica de produção de aço. Durante o período dos Reinos Combatentes (475-221 a.n.e.), Li Bing e seu filho dirigiram a construção da obra hidráulica de Dujiangyan, nos arredores da atual cidade Chengdu, Província de Sichuan, ordenando racionalmente as atividades de irrigação, desvio de inundações e remoção de areia. Esta obra pode ser considerada como um grande êxito da ciência e da tecnologia hidráulica da antigüidade e atualmente continua desenvolvendo atividade importante.
*seda também estavam bastante desenvolvidas e se inventou a mais antiga técnica de tecer seda com motivos em alto-relevo. No período de Primavera e Outono (770-446 a.n.e.), surgiu a técnica de produção de aço. Durante o período dos Reinos Combatentes (475-221 a.n.e.), Li Bing e seu filho dirigiram a construção da obra hidráulica de Dujiangyan, nos arredores da atual cidade Chengdu, Província de Sichuan, ordenando racionalmente as atividades de irrigação, desvio de inundações e remoção de areia. Esta obra pode ser considerada como um grande êxito da ciência e da tecnologia hidráulica da antigüidade e atualmente continua desenvolvendo atividade importante.
Idade do ferro
Último estágio tecnológico e cultural da pré-história, a idade do ferro é o período em que esse metal substitui o bronze na fabricação de utensílios e armas. Seu início também varia de acordo com a região geográficaNo Oriente Médio e no sudeste da Europa, começou aproximadamente em 1200 a.C., mas na China somente em 600 a.C.
Embora no Oriente Médio, por exemplo, o ferro tenha sido utilizado de forma limitada como um metal raro e precioso pelo menos até 3000 a.C. não há indicação alguma de que tivesse sido apreciado pelas qualidades que o diferenciam do cobre. Entre 1200 e 1000 a.C., no entanto, o intercâmbio de objetos de ferro ocorreu de forma rápida e abrangente.
Último estágio tecnológico e cultural da pré-história, a idade do ferro é o período em que esse metal substitui o bronze na fabricação de utensílios e armas. Seu início também varia de acordo com a região geográficaNo Oriente Médio e no sudeste da Europa, começou aproximadamente em 1200 a.C., mas na China somente em 600 a.C.
Embora no Oriente Médio, por exemplo, o ferro tenha sido utilizado de forma limitada como um metal raro e precioso pelo menos até 3000 a.C. não há indicação alguma de que tivesse sido apreciado pelas qualidades que o diferenciam do cobre. Entre 1200 e 1000 a.C., no entanto, o intercâmbio de objetos de ferro ocorreu de forma rápida e abrangente.
."A ERA DOS METAIS: "O uso dos metais representou um grande avanço para o homem daquela época. As novas e mais eficientes ferramentas permitiram o desenvolvimento da agricultura e da criação de animais."
Desde 3 de Fevereiro de 2011, estamos no ano 4709 do calendário chinês.
Periodo pré-colonial(1500/1530)
periodo (1500-1530)em que portugual não se interessa pela efetiva colonização do brasil em função deste não preencher os seus interesses mercantilistas(metais,comércio).
características
Durante esse período portugual limitou-se a enviar para o Brasil expedição de reconhecimento iniciou a extração do pau-brasil.
Aluna : Rafaella de Carvalho
Serie/Turma:1 F
As Grandes Navegações
Introdução
Durante os séculos XV e XVI, os europeus, principalmente portugueses e espanhóis, lançaram-se nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico com dois objetivos principais : descobrir uma nova rota marítima para as Índias e encontrar novas terras. Este período ficou conhecido como a Era das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos.
Os objetivos
No século XV, os países europeus que quisessem comprar especiarias (pimenta, açafrão, gengibre, canela e outros temperos), tinham que recorrer aos comerciantes de Veneza ou Gênova, que possuíam o monopólio destes produtos. Com acesso aos mercados orientais - Índia era o principal - os burgueses italianos cobravam preços exorbitantes pelas especiarias do oriente. O canal de comunicação e transporte de mercadorias vindas do oriente era o Mar Mediterrâneo, dominado pelos italianos. Encontrar um novo caminho para as Índias era uma tarefa difícil, porém muito desejada. Portugal e Espanha desejavam muito ter acesso direto às fontes orientais, para poderem também lucrar com este interessante comércio.
Um outro fator importante, que estimulou as navegações nesta época, era a necessidade dos europeus de conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter matérias-primas, metais preciosos e produtos não encontrados na Europa. Até mesmo a Igreja Católica estava interessada neste empreendimento, pois, significaria novos fiéis.
Os reis também estavam interessados, tanto que financiaram grande parte dos empreendimentos marítimos, pois com o aumento do comércio, poderiam também aumentar a arrecadação de impostos para os seus reinos. Mais dinheiro significaria mais poder para os reis absolutistas da época (saiba mais em absolutismo e mercantilismo).
Pioneirismo português
Portugal foi o pioneiro nas navegações dos séculos XV e XVI devido a uma série de condições encontradas neste país ibérico. A grande experiência em navegações, principalmente da pesca de bacalhau, ajudou muito Portugal. As caravelas, principal meio de transporte marítimo e comercial do período, eram desenvolvidas com qualidade superior à de outras nações. Portugal contou com uma quantidade significativa de investimentos de capital vindos da burguesia e também da nobreza, interessadas nos lucros que este negócio poderia gerar. Neste país também houve a preocupação com os estudos náuticos, pois os portugueses chegaram a criar até mesmo uma centro de estudos : A Escola de Sagres.
Planejamento das Navegações
Navegar nos séculos XV e XVI era uma tarefa muito arriscada, principalmente quando se tratava de mares desconhecidos. Era muito comum o medo gerado pela falta de conhecimento e pela imaginação da época. Muitos acreditavam que o mar pudesse ser habitado por monstros, enquanto outros tinham uma visão da terra como algo plano e , portanto, ao navegar para o "fim" a caravela poderia cair num grande abismo.
Dentro deste contexto, planejar a viagem era de extrema importância. Os europeus contavam com alguns instrumentos de navegação como, por exemplo: a bússola, o astrolábio e a balestilha. Estes dois últimos utilizavam a localização dos astros como pontos de referência.
Também era necessário utilizar um meio de transporte rápido e resistente. As caravelas cumpriam tais objetivos, embora ocorressem naufrágios e acidentes. As caravelas eram capazes de transportar grandes quantidades de mercadorias e homens. Numa navegação participavam marinheiros, soldados, padres, ajudantes, médicos e até mesmo um escrivão para anotar tudo o que acontecia durantes as viagens.
Navegações portuguesas e os descobrimentos
No ano de 1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações: é a chegada das caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde desfrutar de todos os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao retornar para Portugal, as caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos aos lusitanos.
Outro importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro, em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta", Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
Em função destes acontecimentos, Portugal tornou-se a principal potência econômica da época.
Navegações Espanholas
A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas deste período, tornando-se, ao lado de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias contornando a África, os espanhóis optaram por um outro caminho. O genovês Cristovão Colombo, financiado pela Espanha, pretendia chegar às Índias, navegando na direção oeste. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo tinha o conhecimento de que nosso planeta era redondo, porém desconhecia a existência do continente americano. Chegou em 12 de outubro de 1492 nas ilhas da América Central, sem saber que tinha atingido um novo continente. Foi somente anos mais tarde que o navegador Américo Vespúcio identificou aquelas terras como sendo um continente ainda não conhecido dos europeus. Em contato com os índios da América ( maias, incas e astecas ), os espanhóis começaram um processo de exploração destes povos, interessados na grande quantidade de ouro. Além de retirar as riquezas dos indígenas americanos, os espanhóis destruíram suas culturas.
Expedição esplorados
gonçado de lemos(1501)
gonçalo coelho(1503)
objetivos =fazer o reconhecimento geográfico e verificar as possibilidades de exploração econômica da nova terra descoberta.
resultados =denominação dos ocidentes geográficos e contalação da existência do pau-brasil.
grande navegação
navegações portuguesa,pioneirismo português,vasco da gama e a chegada as Índias instrumentos de navegações,bússola,astrolabio,descobrimentos maritimos viagem de cristovão colombo,viagem de Pedro Alvares Cabral.
Os objetivos =no século xv,os países europeus que quisessem comprar especiarias,tinha recorrer aos comerciantes de venza ou gênova que possuiam,o monopólio deste produtos com acasso aos mercados orienteis-Índia era o principal.
periodo colonial (1500/1570)
Denomina-se Brasil colônia periodo da historia entre a chegada dos primeiros partugueses em 1500,e a indempendência,em 1822,quando o brasil estava sob o domínio socioeconômico e politico de portugual.Todavia,a rigor,o periodo colonia já havia terminado em 1815,quando Dom João vi elevou a condição do Brasil de colônia para o de Reino Unido,juntamente com portugual e Algarves.Eventualmente Fraça e Holanda conquistaram o domínio de regioes estratégicas,como,por exemplo,a ilha de São luis do maranhão (França Equinaciol),a cidade de São Sebastião do Rio de janeiro(França Antática)a ciade de recife e parte dos atuais estados de Pernambuco,Paraíba,e Rio grande do Norte(Nova Holanda).A despeito desta ocupação,manteve-se,no período colonial,a unidade linguistica e cultura do Brasil.o período colonial podeser subdividido nas seguintes categorias.
periodo pré-povoamento(do descobrimento até 15030)
ciclo da cana de açúcar
ciclo do ouro
A economia di período é caracterizada pelo tripé monocultura,catifúnalio e nao de obra escrava.
colonização portuguesa
Brasil colonial xv exvi(1500/1570)durante os séculos xv e xvi a imigração de peortugueses para o brasil foi pouco significativa a coroa portuguesa prefeira envetir na sua expanssão comercial no continente asiatico e pouco valorizava as suas possessões nas Américas porém,durante o século xvi piratos franceses e de outras nacionalidades começaram a rondar o território brasilieiro e a fazeer tráfico do pau-brasil dentro das terras lusitas.essa situção obrigou a coroa portuguesa a começar efetivamente a colonização do brasil em maior número após 1530.A colôbia foi divida em capitanias hereditáris e as terras foram dividas entre nobre lusitanos.pra promover a colonização desses grandes lotes de terra,a coroa portuguesa passou a incentivar a ida de colonos para o brasil,que tinha um prazo de tempo para desenvolver o produção.
Nome:Douglas Vieira
Série/Turma:1°F
As Grandes Navegações
Durante os séculos XV e XVI, os europeus, principalmente portugueses e espanhóis, lançaram-se nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico com dois objetivos principais: descobrir uma nova rota marítima para as Índias e encontrar novas terras. Este período ficou conhecido como a Era das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos.
Os objetivos
No século XV, os países europeus que quisessem comprar especiarias (pimenta, açafrão, gengibre, canela e outros temperos), tinham que recorrer aos comerciantes de Veneza ou Gênova, que possuíam o monopólio destes produtos. Com acesso aos mercados orientais, cujo principal era a Índia os burgueses italianos cobravam altos preços pelas especiarias. O canal de comunicação e transporte de mercadorias vindas do oriente era o Mar Mediterrâneo. Encontrar um novo caminho para as Índias era uma tarefa difícil, porém muito desejada. Portugal e Espanha queriam muito ter acesso direto às fontes orientais, para poderem lucrar com este comércio.
Um outro fator importante, que estimulou as navegações nesta época, era a necessidade dos europeus de conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter matérias-primas, metais preciosos e produtos não encontrados na Europa. Inclusive a Igreja Católica estava interessada neste empreendimento, pois, significaria novos fiéis.
Os reis estavam interessados também, tanto que financiaram uma grande parte dos empreendimentos marítimos, porque com o aumento do comércio, poderiam também aumentar a arrecadação de impostos para os seus reinos. Mais dinheiro iria significar mais poder para os reis da época.
Pioneirismo português
Portugal foi o pioneiro nas navegações dos séculos XV e XVI devido a uma série de condições encontradas no país. A grande experiência em navegações, principalmente da pesca de bacalhau, ajudou muito Portugal. As caravelas, principal meio de transporte marítimo e comercial do período, eram criadas com qualidade superior à de outras nações. Portugal contou com uma quantidade importante de investimentos de capital vindos da burguesia e da nobreza, interessadas nos lucros que este negócio poderia gerar. Também houve a preocupação com os estudos náuticos, pois os portugueses chegaram a criar até mesmo um centro de estudos: A Escola de Sagres.
Planejamento das Navegações
Navegar nos séculos XV e XVI era uma tarefa muito arriscada, principalmente quando se falava de mares desconhecidos. Era muito comum o medo causado pela falta de conhecimento e pela imaginação da época. Muitos acreditavam que o mar pudesse ser habitado por monstros, enquanto outros tinham uma visão da terra como algo plano, portanto, ao navegar para o "fim" a caravela poderia cair num grande abismo.
Levando isto em conta, planejar a viagem era de muita importância. Os europeus contavam com alguns instrumentos de navegação como, por exemplo: a bússola, o astrolábio e a balestilha. Estes dois últimos utilizavam a localização dos astros como referência.
Também era preciso utilizar um meio de transporte rápido e resistente. As caravelas cumpriam estes objetivos, embora ocorressem naufrágios e acidentes. As caravelas podiam transportar grandes quantidades de mercadorias e homens. Numa navegação participavam marinheiros, soldados, padres, ajudantes, médicos e inclusive um escrivão para anotar tudo o que acontecia durante as viagens.
Navegações portuguesas e os descobrimentos
No ano de 1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações: é a chegada das caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde aproveitar todos os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao voltar para Portugal, as caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos.
Outro importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro, em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta", Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
Por causa destes acontecimentos, Portugal se tornou a principal potência econômica da época.
Navegações Espanholas
A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas desta época, se tornando, junto de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias dando a volta na África, os espanhóis escolheram outro caminho. O genovês Cristóvão Colombo, custeado pela Espanha, queria chegar às Índias, navegando na direção oeste. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo sabia que nosso planeta era redondo, mas desconhecia a existência do continente americano. Em 12 de outubro de 1492 aportou nas ilhas da América Central, sem saber que tinha chegado a um novo continente. Somente anos depois foi que o navegador Américo Vespúcio identificou aquelas terras como um continente ainda não conhecido dos europeus. Em contato com os índios da América (maias, incas e astecas), os espanhóis começaram um processo de exploração destes povos, interessados na grande quantidade de ouro. Além de extrair riquezas dos indígenas americanos, os espanhóis destruíram suas culturas. Foi um verdadeiro genocídio.
Linha do tempo | |
Séc. XV e XVI | Europeus exploraram intensivamente o globo em busca de novas rotas de comércio. |
1419-1460 | Primeiras expedições portuguesas do Atlântico |
1492 | Colombo chega às "Indias Ocidentais" |
1494 | O Tratado de Tordesilhas |
1500 | Cabral chega ao Brasil |
1519-1521 | Cortés explora o México e conquista do Império Asteca |
1524-1532 | Pizarro explora o Peru conquista do Império Inca |
1606-1644 | Chegada dos holandeses à Austrália e à Nova Zelândia |
Nome:katileny Colen
Série/Turma:1°F
As grandes navegações
As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo. Mares nunca navegados terra, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. Crenças passadas a geração foram confirmadas, conferidas ou desmentidas.
Ocorreu entre o século XV e o início do século XVII, na qual os europeus exploravam o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio. Os historiadores referem-se a essa era como as explorações marítimas pioneiras realizadas pelos portugueses e espanhóis que estabeleceram relações com a África, Américas e Ásia, em busca de rota alternativa para as Índias movidas pelo comércio do ouro prata especiarias. Estas explorações foram seguindo pelos países do norte da Europa dando continuidade as navegações e suas descobertas.
Algumas invenções contribuíram para essas navegações, como:
· A bússola-Usada para orientação.
· As cara velas as viagens mais rápidas.
· O astrolábio-usado para verificar a altura dos astros
· A pólvora-usada para defender os ataques.
· O papel e a imprensa permitindo a divulgação.
Para realizar essas navegações, era preciso navios, homens e armas, esse tipo de empreendimento só seria possível com o apoio do estado e o capital da burguesia. O motivo que fez alguns europeus desafiar e enfrentar o medo foi à necessidade de encontrar um caminho chegando às regiões produtoras de especiarias, seda, porcelanas, outro dentre outras atividades.
Colonização Portuguesa No Brasil
Em 1501 e 1502 no período pré-colonial as costas brasileiras passaram a ser exploradas, havendo descaso de Portugal com relação à nova terra. O comércio com a Índia era mais vantajoso, pois possuía uma base e a tradição comercial, o índio mantinha suas atividades para sua subsistência.
O pau Brasil era o objeto de atividade de extração para fins comerciais, pouco aproveitados. A exploração imediata do pau Brasil caracterizou-se pela extração predatória, pois o único trabalho ao qual o português se entregava era o corte e o transporte das arvores.
Em 1515 e 1516, as expedições a terra santa cruz tornaram mais freqüentes e de maior importância. Desta forma foi propiciado o melhor conhecimento da costa brasileira.
Foi mínima a ocupação portuguesa nos primeiros anos após a descoberta da nova terra de Portugal. O perfil dos primeiros habitantes portugueses em solo brasileiro era chamado degredado.
O severo conjunto de leis manuelinas foi responsável pela condenação, por vez injusta, de muitos portugueses ao degredo (banimentos).
O numero de habitantes portugueses em território brasileiro eras mínimo em ralação aos quase 2 milhões de índios aborígines.
Em 1531, com Portugal sob o reinado de D. João III, que a política portuguesa em relação ao Brasil passou a tomar novos rumos: a expedição de Martim Afonso de Sousa ao Brasil manteve os objetivos, acrescentando a efetivação da ocupação portuguesa em solo brasileiro. A expedição de Martim Afonso de Sousa é tida como o marco do início do processo de colonização portuguesa no Brasil. substituída pelos territórios das nações européias unificados por um poder centralizado. À orientação econômica geral e por terras que oferecessem vantagens comerciais é resumida no conceito de mercantilismo.Garantia o poder econômico do estado o acúmulo de riquezas através da detenção de metais preciosos.
Período pré-colonial
Desde todo o século XV, os portugueses estavam interessados em estreitar seus laços comerciais com os povos orientais.Em 1500 e 1530, o governo português centrou muito pouco de suas atenções ao Brasil.No ano de 1501, uma expedição liderada por Gaspar de Lemos foi mandada para o Brasil com a missão de nomear vários pontos do litoral e acabou confirmando a existência de pau-brasil em nossas terras.
A existência de tal árvore logo chamou a atenção dos portugueses, já que dela se extraía uma tinta bastante utilizada para o tingi mento de tecidos na coloração vermelha.
Dois anos mais tarde, uma nova expedição foi enviada para a construção de feitorias ao longo do litoral. Tais fortificações eram utilizadas para o armazenamento de pau-brasil e para a proteção necessária contra a invasão de outros povos. Os portugueses contaram com o trabalho voluntário dos indígenas, que recebiam diversas mercadorias em troca do serviço. Tal prática, ao longo do tempo, ficou conhecida pelo nome de escambo.
Com o passar do tempo, a ausência de portugueses na ocupação do território brasileiro incentivou outras nações a invadirem o litoral brasileiro. Entre outros povos, os franceses aportavam em nosso território em busca de pau-brasil e estabelecendo contato com a população nativa. Já nessa época, o governo português percebia que a falta de centros de colonização poderia colocar em risco a propriedade das terras conquistadas no continente americano.
Não bastando o risco de invasão, os portugueses não alcançaram o lucro esperado com a construção de uma rota marítima que os ligassem diretamente às Índias. O desgaste causado pelo longo percurso e a concorrência comercial de outros povos acabou fazendo com que o comércio com o Oriente não fosse muito atrativo. Desse modo, o governo português voltaria suas atenções para a exploração do espaço colonial brasileiro.
Em 1530, a expedição de Martim Afonso de Souza foi enviada até ao Brasil para a fundação do primeiro centro colonial do território tupiniquim. Já nessa viagem, mudas de cana-de-açúcar foram trazidas para o desenvolvimento da primeira empresa mercantil a ser instalada pelos portugueses. Além disso, essa mesma expedição foi acompanhada por padres jesuítas que realizaram a catequização dos indígenas.
Período colonial
A colonização do Brasil, iniciada em 1530 com a expedição de Martim Afonso de Souza, não foi uma tarefa fácil. Em 1532, Martim Afonso fundou São Vicente, a primeira vila brasileira. No entanto, um único núcleo de povoamento na imensidade da costa não resolvia os problemas causados por navios franceses que vinham buscar pau-brasil.
Era necessário povoar rapidamente a região costeira, mas a Coroa portuguesa não dispunha na época de recursos humanos nem econômicos para colonizar, em curto prazo, o litoral brasileiro. Por isso, a partir de 1534, o governo português resolveu iniciar no Brasil um processo de colonização que já havia sido aplicado, com muito sucesso, na ilha da Madeira e nos Açores: a divisão da terra em capitanias. Dessa forma, a Coroa portuguesa pretendia ocupar o território brasileiro e torná-lo uma fonte de lucros.
As capitanias eram imensos lotes de terra que se estendiam, na direção dos paralelos, do litoral até o limite estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas. Esses lotes foram doados em caráter vitalício e hereditário a elementos pertencentes à pequena nobreza lusitana. Os donatários tinham de explorar com seus próprios recursos as capitanias recebidas.
Ao doar as capitanias, a Coroa portuguesa abria mão de certos direitos e vantagens, em favor dos donatários, esperando com isso despertar seu interesse pelas terras recebidas.
A Carta de Doação e o Foral garantiam os direitos do capitão donatário.
* Pertenciam-lhe todas as salinas, moendas de água e quaisquer outros engenhos da capitania.
* Podia escravizar índios em número indeterminado, mas devia enviar 39 para Lisboa, anualmente.
* Ficava com a vigésima parte da renda do pau-brasil.
* Podia criar vilas, administrar a justiça e doar sesmarias, menos para a esposa, para o filho mais velho e para judeus e estrangeiros. Sesmaria era uma extensão de terra que o donatário doava a quem se dispusesse a cultivá-la. Ao contrário da capitania, da qual o donatário não tinha a propriedade (mas apenas o uso), a sesmaria era propriedade do cesteiro, após dois anos de real utilização.
O rei reservava para si algumas vantagens que, na verdade, lhe garantiam os melhores proveitos que a terra poderia oferecer: dez por cento de todos os produtos da terra; vinte por cento (um quinto) das pedras e metais preciosos; monopólio do pau-brasil, das drogas e das especiarias.
As capitanias de São Vicente e de Pernambuco apresentaram resultados melhores do que as outras. O sucesso dessas capitanias se deveu ao êxito da cultura canavieira e da criação de gado.
Com o passar do tempo, as capitanias foram revertendo ao governo português. No século XVIII, quando Portugal era governado pelo Marquês de Pombal, o sistema foi totalmente extinto. Os limites das capitanias sofreram modificações, mas determinaram os contornos gerais das províncias do Império que se limitava com o Atlântico; estas, por sua vez, deram origem aos Estados litorâneos do Brasil atual. Os estados do interior tiveram origem diferente.
Governo De Tomé De Souza
Tomé de Souza foi escolhido por Dom João III para ser o primeiro governador-geral do Brasil.
Chegou em 29 de março de 1549, acompanhado por mais de novecentas pessoas, entre soldados, colonos a degredados. O governador trazia ainda material para iniciar a construção da primeira cidade, além de algumas cabeças de gado. Estes foram os principais fatos da administração de Tomé de Souza:
* Início das atividades dos jesuítas no Brasil. O primeiro grupo de missionários jesuítas chegou com o governador e era chefiado pelo padre Manuel da Nóbrega.
* Fundação de Salvador, a primeira capital do Brasil, em 1549.
* Criação do primeiro bispado brasileiro.
* Visita às capitanias do sul, onde o governador considerou aprovada a fundação da vila de Santo André da Borda do Campo, feita anos antes por Martim Afonso de Souza, e proibiu que os missionários se instalassem no sertão (medida que se revelou inútil).
Foi muito importante para o primeiro governo-geral a ajuda recebida do português Diogo Álvares Correia, o Caramuru, bem como o trabalho dos jesuítas. Diogo Álvares vivia entre os indígenas da Bahia desde 1510 e desempenhou importante papel como intermediário entre os portugueses e os índios. Assim, tentaram impedir a escravização de índios e a exploração sexual das mulheres indígenas pelos colonizadores.
Governo De Duarte Da Costa
O segundo governador-geral, Duarte da Costa, chegou ao Brasil em 1553, trazendo 250 pessoas, entre elas o noviço José de Anchieta. Vários acontecimentos marcaram a administração do segundo governador-geral:
* Combate às tribos indígenas do Recôncavo Baiano.
* Expedição ao sertão, com o objetivo de procurar as tão faladas riquezas minerais, procedentes das colônias espanholas situadas na região andina.
* Incidente entre o primeiro bispo, Dom Pero Fernandes Sardinha, e o filho de Duarte da Costa, Dom Álvaro da Costa, que trouxe conseqüências trágicas para o bispo. Diante das críticas de Dom Pero Fernandes à agressividade e aos maus costumes de Dom Álvaro, a população de Salvador se dividiu em duas facções: uma favorável a Dom Álvaro e ao governador; outra favorável ao bispo. Dom Pero Fernandes foi chamado a Portugal para dar explicações sobre os acontecimentos, mas seu navio naufragou no litoral de Alagoas e ele foi morto pelos índios caetés.
*Fundação do Colégio de São Paulo pelos jesuítas, em 25 de janeiro de 1554.
* Invasão do Rio de Janeiro em 1555 pelos franceses, que pretendiam estabelecer uma colônia naquele local. Como não dispunha de recursos suficientes para expulsá-los, o governador nada pôde fazer.
Governo de Mem De Sá
Um dos principais acontecimentos durante o governo de Mem de Sá, sucessor de Duarte da Costa, foi à expulsão dos franceses no Rio de Janeiro.
Os invasores tinham estabelecido relações cordiais com os indígenas, incitando-os contra os portugueses.
* Em 1563, os jesuítas José de Anchieta e Manuel de Nóbrega conseguiram firmar a paz entre os portugueses e os índios tamoios, que ameaçavam a segurança de São Paulo e de São Vicente. Anchieta permaneceu cinco meses como refém dos índios de Iperoig, aldeia localizada onde é hoje a cidade de Ubatuba, no litoral norte do Estado de São Paulo.
* A chamada Paz de Iperoig, conseguida pelos dois sacerdotes, permitiu a sobrevivência do Colégio de São Paulo e a permanência dos portugueses na região.
* Mem de Sá, num primeiro ataque contra os invasores do Rio de Janeiro, conseguiu destruir o forte Coligny, que eles tinham construído na ilha de Sergipe, hoje Villegaignon, na baía de Guanabara. Depois disso, o governador voltou à Bahia. Os franceses, que tinham conseguido refúgio junto aos índios, seus aliados, retornaram e reconstruíram o forte.
* Em 1º de março de 1565, o sobrinho de Mem de Sá, Estácio de Sá, fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. A nova cidade tornou-se a base das operações dos portugueses na luta contra os franceses.
* A expulsão definitiva dos franceses só foi conseguida depois de muitas lutas. Estácio de Sá, com a ajuda de tropas do governador e da região de São Vicente, derrotou os invasores depois da batalhas do forte Coligny, de Uruçu-Mirim e da ilha do Governador (Paranaguá). Destacaram-se nos combatentes, lado a lado com os portugueses, os índios temiminós do Espírito Santo, comandados por Araribóia. Como recompensa, esse chefe indígena recebeu uma sesmaria na região do Rio de Janeiro, onde fundou a vila de São Lourenço, que deu nome à cidade de Niterói.
* Mem de Sá governou até 1572, ano de sua morte. Dom Luís de Vasconcelos, que havia sido enviado em 1570 para ser o quarto governador, morreu durante a viagem para o Brasil, quando seu navio foi atacado por pirata francês.
Linha do tempo:
1501 | 1501 A 1502 | 1515 A 1516 | 1530 | 1500 A 1530 | 1531 | 1532 | 1534 | 1549 |
E confirmado a existência de pau - Brasil em nossas terras. | A costa brasileira passa a ser explorada. | As expedições de Santa Cruz tornaram mais freqüentes. | A colonização do Brasil e iniciada. | O governo português centrou muito pouco de suas atenções a Brasil. | Brasil passou a tomar novos rumos. | Martin Afonso fundou a primeira vila brasileira. | Inicia no Brasil um processo de colonização. | Fundação de salvador 1° capital do Brasil. |
1553 | 1554 | 1555 | 1563 | 1565 | 1572 |
Duarte da costa chega ao brasil. | Fundação do colégio de são Paulo. | Invasão do rio de janeiro pelos franceses. | Os jesuítas conseguiram firmar a paz entre os portugueses e os índios (tamoios). | Foi fundada a cidade de são Sebastião do rio de janeiro. | Mem de Sá morre. |
INDIA ANTIGA
* Formação das primeiras cidades da índia antiga
A invasão da Índia por tribos árias, por volta de 2000 ou 1500 a .C., inicia o período histórico propriamente dito. Os árias, povos nômades vindos do Iran, Ocuparam a região do Punjab e dominaram a já decadente civilização dos hindus, absorvendo-lhe numerosos elementos. Tem início então o Período Védico (c. 1500-c. 500 a .C.), narrado nos Vedas, hinos sagrados de diferentes épocas, escritos em sânscrito. O Rig-Veda descreve as lutas dos árias contra os drávidas, no Vale do Indus, proporcionando uma idéia sobre a vida e sociedade desse tempo; os três outros Vedas - Sama-Veda, Yajur-Veda e Atharva-Veda -, seguidos pelos Brahmanas Upanichades, narram a fase da conquista da Planície Indo- Gangética, quando, através da síntese ário-dravídica, surge o Hinduísmo, com sua sociedade dividida em castas e varnas ou ordens. O Período Védico se encerra no final do séc. VI a.C., quando surgiram novas ideologias e religiões que transformaram o ambiente intelectual do país. Entre os vários reformadores religiosos que pregaram novas orientações dentro do contexto do Hinduísmo, destacam-se Buda, filósofo e reformador social, e Mahavira (540-468 a .C.), último profeta jaina, que deu origem ao Jainismo. Tais pregações encontraram ambiente propício entre os magádicos, em franca prosperidade comercial.

O SURGIMENTO DAS CIDADES.
O desenvolvimento da agricultura irrigada nas planícies dos grandes rios foi o fator econômico decisivo na fundação das primeiras cidades, no Oriente Próximo. O principal progresso técnico que a acompanhou foi a descoberta e uso do bronze (metal conseguido a partir da mistura do cobre e do estanho), que substituiu definitivamente a pedra na manufatura de todas as espécies de armas e ferramentas. As primeiras cidades surgiram entre 3 500 e 3000 a . C., nos vales dos rios Nilo, no Egito e Tigre e Eufrates, na Mesopotâmia; posteriormente, mais ou menos em 2 500 a .C., no vale do rio Indo, na Índia e por volta de 1 500 na china .
Nomes : Inacio , Rafaela Falcão , Rebeca , Cleber , Marcos e Suellen










